Da medida dos meus Sonhos
Por Deus, mulher... apresentações pra quê?
Quando dum só homem dormistes ao lado
Co´a respiração suave, que só as fadas
Respirando. Quando se não as vê.
Quem dera pudesse, nos pobres versos
Transcrever das flores mágicas que
Avistei ao abrir dos olhos teus
- fitando os meus - em suave bruma imersos!
Silêncio musical nos tocando...
Que somente agora claro vejo
Nossos olhos quietos, dançando!
Num momento qualquer, da dor profano.
Momento que levaria a um beijo,
Não fosse o infinito medo humano...
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